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2 de Maio de 2018
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GLP: eficiência e sustentabilidade para a indústria

 

Diferentes tipos de indústrias estão migrando para o uso do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) como fonte de energia em suas linhas de produção. Essa mudança não é à toa: o combustível possui alto poder calorífico, o que promove maior eficiência nos processos, além de ser uma alternativa energética mais limpa, sustentável, com menor emissão de resíduos no meio ambiente. 

Tais fatores foram os atrativos para que a Imbel substituísse o óleo BPF pelo GLP. Em 2015, a companhia contratou a Copagaz para realizar a conversão dos queimadores das geradoras de vapor a óleo BPF para GLP, assim como a construção e instalação de centrais de armazenamento e distribuição do gás em sua Fábrica da Estrela, localizada em Magé, no Rio de Janeiro.

De acordo com Vivian Barroso Marins de Moraes, assessora de Planejamento, Gestão e Comunicação Institucional da Imbel, por ser uma empresa antiga, utilizava-se o óleo BPF como fonte de energia para as geradoras de vapor da produção. “E também porque era mais econômico”, revela.

A orientação de trocar de combustível veio do Instituto Estadual do Ambiente, o Inea. Com a mudança, a unidade fabril, localizada no meio da Mata Atlântica, conquistou não apenas vantagens econômicas, mas também ambientais, já que o óleo é altamente poluente tanto para a atmosfera como para os mananciais.

Segundo a assessora, o processo de substituição do combustível exigiu pesquisa. “A Fábrica da Estrela possui seis geradoras de vapor na produção, todas distantes umas das outras. Por conta disso, avaliamos os preços do Gás Natural Comprimido e do GLP, assim como os custos da logística para a distribuição deles. O valor total final do custo do GLP entregue acabou sendo mais atrativo que o GNC”, explica.

As geradoras da unidade fabril de Magé são alimentadas por três centrais de armazenamento e distribuição de GLP.  A fábrica conta ainda com mais uma central de GLP que abastece exclusivamente o refeitório. O consumo semanal gira em torno de oito toneladas.

A Imbel

A Fábrica da Estrela foi transferida em 1824 do Rio de Janeiro para Magé, com a denominação de Real Fábrica de Pólvora da Estrela, por decreto de D. Pedro I. Sua estrutura industrial é constituída por três unidades fabris destinadas à fabricação de explosivos em geral, seus acessórios e pólvora negra. Ela e outras quatro unidades de produção espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais formam a Imbel, criada em 1975. A empresa, é vinculada ao Ministério da Defesa por intermédio do Comando do Exército e seus produtos são destinados às áreas de Defesa e Segurança.